Portfólio de Protocolos para Gerenciamento no Centro de Pesquisa

Você conhece nosso portfólio de protocolos? Os locais onde os estudos clínicos são realizados, centros ou unidades de pesquisa clínica, necessitam de ferramentas gerenciais específicas. Com elas, é possível organizar e sincronizar as atividades para a condução dos estudos clínicos em uma complexa estrutura e equipe multidisciplinar. Dessa maneira, a garantia de que a proteção do participante de pesquisa, além da confiabilidade dos resultados e aderência às diretrizes e normas reguladoras sejam seguidas.

Com um extenso entendimento do contexto das atividades no centro de pesquisa, juntamente com o mapeamento dos processos e levantamento das necessidades do mercado, a Polo Trial baseou-se nos processos organizacionais, contemplando todo o ciclo de vida do protocolo no centro de pesquisa clínica.

O objetivo é auxiliar instituições, pesquisadores e equipe técnica multidisciplinar na gestão de tarefas, do portfólio de projetos, dos participantes e visitas, dos recursos financeiros e da qualidade.

Como funciona nossos portfólios de protocolos?

Disponível em ambiente web, gestores e equipes podem acompanhar em tempo real os protocolos em todas as etapas no centro de pesquisa, desde o feasibility até a conclusão do estudo. Também possibilita o acompanhamento do tipo de estudo, investigador responsável, Patrocinador, CRO – termo em inglês para Contract Research Organization (Organização Representativa de Pesquisa Clínica), especialidade, intervenção, status referente às negociações de contrato e orçamento, aprovações regulatórias e recrutamento.

Muitas pesquisas têm a finalidade de estudar novos tratamentos, novas formas de diagnosticar doenças (testes de laboratório) ou ainda novas formas de prevenir doenças, com as vacinas, por exemplo.

A Polo Trial atua exatamente no gerenciamento de protocolos de pesquisa clínica, proporcionando boas práticas de gestão ao longo de todas as etapas de condução de protocolos clínicos. Isso possibilita ao centro de pesquisa uma visão integrada do portfólio de protocolos, consolidação de indicadores estratégicos sem necessidade de conciliar planilhas, com simplicidade ao inserir e resgatar dados.

Nós acreditamos que a facilidade e praticidade na hora do gerenciamento do seu projeto traz resultados positivos para sua pesquisa. Você se concentra no que é importante, na coleta dos dados, e nós te auxiliamos na organização e integração das etapas destes processos.

Pioneiros no gerenciamento de projeto clínico

Somos a primeira empresa brasileira e que atua neste ramo oferecendo aos Centros de Pesquisa Clínica uma forma segura e efetiva de fazer a gestão dos protocolos de pesquisa clínica.

Agende uma reunião com a nossa equipe e vamos juntos com o objetivo de potencializar o setor de pesquisa clínica por meio de soluções para aumento da performance e credibilidade dos Centros de Pesquisa.

Entre em contato com um dos nossos especialistas.

Gestão por Processos: fortalecendo os elos da Pesquisa Clínica no Brasil

Nesta última semana a equipe da Polo BPM ficou dedicada a eventos sobre pesquisa clínica e inovação em saúde:

  • “Ética e Pesquisa em Seres Humanos: Normas e Procedimentos” na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP;
  • “Ciência Tecnologia e Inovação 2017”  do Ministério da Saúde – onde conduzi uma roda de conversa sobre BPM e Gestão de Pesquisa Clínica – veja aqui a apresentação; e
  • “Clinical Research in Brazil: not for beginners” promovido e realizado pela Faculdade de Medicina de Botucatu e seu Programa de Pós-graduação em Pesquisa Clínica.

No decorrer das falas dos participantes em todos os eventos, a palavra “PROCESSOS” foi pronunciada inúmeras vezes e me chamou bastante a atenção o reconhecimento da relevância deste tema para o avanço da pesquisa clínica e das inovações em saúde.
Faço aqui um resumo do entendimento de como BPM (Business Process Management) pode ajudar neste ambiente em que o número de pesquisas nacionais e internacionais cresce juntamente com o aumento da exigência por mais qualidade, segurança e agilidade regulatória.

 

Os atores

Primeiro é preciso entender, de forma sucinta, os atores envolvidos na pesquisa clínica:

  • Proponente: aquele que busca desenvolver um novo estudo clínico, podendo estar vinculado a uma indústria nacional ou multinacional, ou ainda a um centro de pesquisa público ou privado, geralmente representado por universidades ou hospitais e clínicas;
  • Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária): Agência pública responsável pela avaliação, aprovação e vigilância sanitária das pesquisas realizadas no Brasil;
  • Sistema CEP/Conep (Comitê de Ética em Pesquisa e Comissão Nacional de Ética em Pesquisa): responsável pela aprovação ética da pesquisa, tendo na Conep a centralização da avaliação de pesquisas nas áreas temáticas e análises especiais e a descentralização nos vários CEPs;
  • Centro de Pesquisa: instituição que vai conduzir a pesquisa e realizar a coleta de dados junto aos participantes.

 

Os desafios

Entender, melhorar e gerenciar processos foi uma necessidade apontada para cada um desses atores internamente e na interação entre eles, especificamente nos seguintes pontos:

  • Melhorar os processos da Anvisa e CEP/Conep para avaliação de pesquisa (embora já venham realizando esforços que apresentam sensível melhora nos tempos de resposta);
  • Melhorar os processos dos centros de pesquisa para que respondam mais rapidamente a pendências do sistema regulador e estejam preparados para iniciar a condução das pesquisas quando da sua aprovação;
  • Necessidade de o proponente conhecer os processos de submissão e aprovação regulatória nacional;
  • Necessidade de o proponente na filial nacional (quando for o caso) entender os processos de P&D da matriz global para poder responder mais rapidamente a pendências regulatórias nacionais;
  • Otimizar o processo de relacionamento entre entidades públicas e privadas para minimizar a lentidão e burocracia;
  • Ter uma plataforma computacional que controle os processos. Hoje a Plataforma Brasil, sistema de controle de aprovação ética, não atende por completo as necessidades dos atores, faltando, além de melhora na usabilidade, integração com Anvisa e geração de relatórios, por exemplo.
  • Além disso, uma nova necessidade foi apresentada pelos envolvidos no setor: a criação de uma ferramenta de gestão dos processos do centro de pesquisa adaptada à realidade brasileira e que faça gestão dos processos sob o ponto de vista do centro, reforçando o valor e a inovação da Polo Trial, sistema de gestão de centros de pesquisa, na área da pesquisa clínica no Brasil com transformação digital.

Embora não dito explicitamente, adiciono a esta lista a necessidade de se entender, difundir e melhorar o processo de ponta a ponta (desde a necessidade até a plena satisfação de uma demanda) ou seja, desde a intenção da condução de uma nova pesquisa no Brasil, submissão, resolução de pendências, aprovação, início, condução até sua completa finalização.

BPM: fortalecendo a cadeia

Assim, fica claro que BPM é uma disciplina chave para a Gestão de Pesquisa Clínica e que deve ir além de ‘apenas’ o mapeamento de processos difusão de seus conceitos, técnicas e práticas para a gestão do dia a dia.
O Brasil precisa se preparar para atender a uma crescente demanda internacional E NACIONAL (com a melhoria da qualidade de universidades, pesquisadores e centros de pesquisa) por desenvolvimento, teste e incorporação de novas tecnologias em saúde. Para que isto ocorra, é preciso fortalecer cada elo desta corrente, capacitando pessoas, conhecendo, analisando e propondo melhorias nos processos e no relacionamento entre eles.
Este é um momento de grandes transformações e crescimento no cenário da pesquisa clínica no Brasil e aprimorar a qualidade, performance e credibilidades da sua organização é fundamental. A Polo BPM busca contribuir com isso por meio de consultoria e treinamento em Gestão por Processos e com a plataforma Polo Trial. Seja parte desta mudança!

Em qual parte deste elo você está? Qual a sua dor? Comente e nos ajude a discutir este tema!

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